Atividade 3-Mais guerra.

Considero, sem muitas considerações, este segundo jogo da terceira atividade só mais um daqueles jogos de guerra, e, talvés seja pela fato de ser mais um, não tem a mesma graça ou o mesmo impacto de sugar o jogador para dentro da tela como tinha aqueles primeiros jogos, como Doom, por exemplo. Faz de fato muito tempo que eu não jogo o Doom, aquele primeiro, e estes jogos são sempre assim, quando lança, é um estouro, todos falam sobre os gráficos e jogabilidade. Passado alguns anos, meses e a pouco apenas dias, os jogos já não são mais os mesmos, ficam ruins. Assim como os video-games, Playstation 1, 2, e agora o 3, e só alguns jogos clássicos sobrevivem na nostalgia dos jogadores mais antigos.

Estes jogos de guerra está análogo ao cinema holywoodiano no quesito de ser reproduzido à exaustão. Alguns de fato são melhores que os outros, mas somente aqueles em que a interatividade entre os jogadores é maior, como aquele Counter-Strike, que acredito que tenha sido o primeiro jogo neste estilo que se conseguia jogar em rede.

Agora, também no aconchego do lar, já é possivel entrar em contato com estes jogos online que possibilitam a sua interação com pessoas de todo o mundo, fato que deixa este jogo muito aquém de outros do seu estilo.

Atividade 1- Asylum e Zero Fractal

O game Asylum, que ainda está em desenvolvimento, não tenta nos contar uma história, ele nos impele a desbravar suas fases e possui uma página na internet própria. No jogo, há três ambientes em que somos situados – parte externa do asilo desabitado, e as duas partes internas- há um clima de suspense, inicialmente criado pelo ruído do vento e posteriormente pelos barulhos possivelmente causados por algo ou alguém nos observando. Sendo assim apenas nevegamos despretenciosamente pelas fases, não há um plot no Asylum. Deixou a desejar – apesar de ser só um beta tester- o fato de esperar sempre que algo viesse de encontro ao personagem. Acrescentaria intensidade ao jogo objetivos a serem compridos –neste só precisamos achar as bolinhas brancas flutuantes- como internos do asilo tentando impedir com que completemos nossos objetivos, ou algo fantasmagórico, o que nos dá certa emoção ao decorrer das etapas. Apesar disso, achei interessante a forma que o personagem se desloca, principalmente a câmera subjetiva, pois cria a sensação de que somos parte integrante do game.

Zero Fractal é um protótipo criado para o auxílio de profissionais na area de Design e Publicidade. Diferente de Asylum, porem com os mesmos recursos de deslocamento, nos faz navegar por ambientes visualmente bem construídos com o único intuito de conhecer espaços. Acreditamos que para o cinema, o dispositivo poderia ser utilizado na idealização de ambientes e no posicionamento de câmeras, ajudando assim uma pré-produção.

via Andrei de Palma, Christine Schön e Sara Kim

Atividade 3

Achamos bastante interessante entrarmos em contato com trabalhos autorais, no ambiente da virturtualidade, que é preporderante na vida contemporânea. A vasta gama de recursos que nos é fornecida pela WEB, como por exemplo recursos da tridimensionalidade, contribuem para a construção de um espaço muito bem utilizado pelo jogo Medieval Arteria.
Esses recursos 3D hoje são largamente utilizados em produções cinematográficas. Há aqui uma evidente aproximação entre as diferentes mídias: WEB, cinema, videogame e televisão. Essas ferramentas então cada vez mais ao alcance do largo público, tanto pela facilidade tecnica de operação dos novos programas quanto pelo baixo cursto dos mesmos. Isso está afetando a própria estrutura narrativa dos filmes, que hoje apresentam-se em fases e em uma busca de constante evolução de todos os personagens, assim como nesses jogos.

Guilherme Valle – 40821155

Isadora Ferreira – 40821139

Engine UNITY para Cinema?

Eduardo Melo – 40821627

Mariana Agostini – 40820159

 

Os recursos digitais 3D são interessantes por aumentar a experiência por quem navega ou joga nesses tipos de ambiente, recursos distribuídos pela internet, gratuitos ou pelo menos facilitados, contribuem para explorar o mundo digital desta perspectiva. Quando penso em alguma atividade educacional que me traria interesse em construir ambientes tridimensionais, esta atividade seria criar roteiros cinematográficos animados, para que estes pudessem ser usados como instrumento de melhoria do filme e suporte para analisá-lo e melhorá-lo. Obviamente esta perspectiva está relacionada a nossa área de interesse de estudo que é o cinema. Não temos interesse em games ou mesmo na construção deles, admitimos sua importância comercial na extensão que ele pode dar a um filme, tanto na divulgação quanto em gerar lucro. Este tipo de ferramenta aplicada a pré-produção cinematográfica daria suporte para importantes áreas do processo de produção, ou seja, a equipe de arte poderia criar seus objetos, testar cores e ser mais assertiva, o roteiro poderia ser melhorado se nesta animação o filme se mostrasse sem ritmo ou com outros problemas como a própria qualidade do roteiro, o diretor poderia garantir questões de continuidade e analisar sua proposta de direção com atores, a fotografia poderia testar enquadramentos, pensar na iluminação, enfim todas as áreas poderiam aumentar seu nível de previsibilidade e teríamos o filme “pronto” antes de filmá-lo. Este tipo de processo já é utilizado em produções de Hollywood, elas não possuem alto nível estético ou mesmo muita complexidade, pois sua intenção é melhorar as questões da produção sem causar muito impacto no custo ou no tempo, o custo desta etapa é vista como um investimento em minimizar os riscos de produção. Ademais nosso interesse por games é pequeno, utilizando deles raramente e com intenções de puro entretenimento.

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